DIÁRIO
DE VIAGEM
Começamos
o dia com um City Tour em Anchorage (ANC). A cidade é a maior do Alasca, mas
não é uma cidade grande. Tem cerca de 300.000 habitantes, o que é metade da
população do Alasca. O tour nos levou pelo centro da cidade, para o Earthquake
Park de onde vimos o porto de ANC, que serve apenas a navios de carga.
Levou-nos,
também, ao aeroporto de hidoraviões de pequeno porte (o maior do mundo) – Lake
Hood Floatplane Base – aonde vimos centenas de aviões estacionados em um parking e mais centenas de hidroaviões
na água. A bem da verdade esse aeroporto se trata de uma “marina”, o que é
muito engraçado se tratando de aviões! Em cada vaga podemos ver um pequeno píer
para atracar o avião e um pequeno box (storage) para gardar as tralhas e
ferramentas.
De
lá fomos até uma elevação de onde se avista toda a cidade e o Cook Inlet, uma
baía que entra terra adentro fazendo um braço - o Turnagain Arm. Essa elevação
já faz parte da Chugach Mountain, e tem um belvedere de onde saem várias
trilhas pelo parque. Embora pequena, ANC tem ruas largas, é bem limpa e
organizada e tem um bom comércio.
Durante todo o tour a guia falou muito sobre o terremoto que houve aqui em 1964, de magnitude 9.2, e contou muitas histórias do terremoto, o que nos leva a crer que isso foi um evento significativo aqui. Também voltou a falar e descrever a respeito da Corrida de trenós de Iditarod, que é um acontecimento importante no estado, mais do que um GP de F1 ou similar. Todo mundo acompanha e curte.
Aqui não há taxas no comércio, bem como imposto estadual.
O Alaska vive dos royalties do petróleo, que inclusive é distribuído também entre
os moradores do estado.
O tempo está começando a mudar – ontem a noite já choveu
e hoje está meio nublado. A temperatura variou entre 13 – 17 graus, com vento.
Penso que a chuva vai voltar.
À tarde nos deslocamos para um vilarejo a 35 milhas de
ANC – Girdwood – onde há um resort de esqui – Alyeska – com um belo hotel, um
bondinho que nos leva ao topo da montanha, onde almoçamos e batemos fotos. Ali
funciona uma estação de esqui mas nessa época, sem neve, vira trilha de
caminhada. É estranho ver as pistas sem neve!
A
estrada até lá, a Seward Hwy, vai margeando o litoral, paralela à estrada de
ferro. Passa por vários pontos de interesse – panorâmicos – sendo um deles o
Belluga Point, de onde é possível ver as baleias beluga na maré alta – não
conseguimos vê-las, contudo.
À
noite fomos jantar no restaurante Orso – de comida toscana e mediterrânea e
frutos do mar do Alaska. Comemos muito bem, sendo a melhor pedida os frutos do
mar com pasta. Ah!!! degustamos um excelente vinho da região da Toscana.




























